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18 de maio de 2009

29 de março de 2009

A Castelbel promete e cumpre: cheira bem, cheira ao Barreiro



Adorei os perfumes para a casa. Na etiqueta, a Castelbel, empresa portuguesa que exporta 90 por cento da produção para os EUA, promete o "aroma solarengo das casas portuguesas".
Um mero slogan para os compradores americanos? Não! O meu gajo jura-me que um dos sabonetes, penso que o de figo e amora, cheira "à casa da tia do Barreiro" quando ele era piqueno. Pronto.
Aqui está um bom exemplo de promessas cumpridas. E eu só não cumpro mais porque são escandalosamente caros.
Ora, se a Castelbel anda por aí a roubar os cheiros das nossas casas, sejam elas no Barreiro ou em Lisboa, não nos podia fazer a coisa por um terço do preço?!


A descoberta do dia: Papel perfumado para forrar as gavetas! O difícil é escolher, desta vez veio o de Magnólia, mas desconfio que aquelas gavetas vão mudar muita vez de forro.

14 de março de 2009

de baloiço



a melhor invenção desde o meu gajo. tá dito

3 de fevereiro de 2009

bonecas giras na minha parede


(mil-diabos)


(trincadeira)


(touriga)


(tinta roriz)


então, é ou não é? ;)

24 de dezembro de 2008

Ai o nosso rico menino, benzó deus!

Podia armar em snob e tal e diria "ridiculo" com uma pontinha mal-disfarçada de inveja.
Podia armar em intelectual e diria "e um livrinho, não?" enquanto escrevia um artigo de opinião cheio de considerações em que mais ninguem pensou.
Podia puxar ao neo-realismo e diria "ah, com tanta gente a passar fominha e eu que só posso dar meias"
Mas não, o facto de os ministros terem escolhido oferecer pelo Natal um "cheque-prenda" da Fashion Clinic ao Primeiro-Ministro de Portugal deu-me genuina vontade de rir! Mesmo, é genial! ai o nosso rico menino, que bonito que ele é

8 de abril de 2008

Vamos provar?


Esta por pouco passava-me ao lado.
O Syrah 2005 da Casa Ermelinda Freitas, de Palmela, foi eleito o melhor vinho tinto do mundo de 2008 entre 3 mil vinhos numa prova cega realizada em Paris, a Vinalies Internationales 2008.

11 de março de 2008

19 julho, lisboa


para a tinta roriz.
rectificação:
para a tinta roriz e para a trincadeira, as castas mais apaladadas da vinha portuguesa.

lovebirds



o filme não é nada de especial.
mas vale a pena só pelas cenas e pelos diálogos de fernando lopes e rogério samora. imperdível.
o filme de bruno de almeida estreia quinta-feira.

8 de fevereiro de 2008


não terão o mesmo fulgor de há trinta anos, mas não deixa de ser um acontecimento.
só falta leonard cohen.

7 de fevereiro de 2008

dead combo

dois dos gajos mais coool da música portuguesa estão a preparar um novo álbum.
enquanto ele não me chega aos ouvidos, vou ali enfrascar os álbuns anteriores e já venho.


17 de janeiro de 2008

juro, pelo fado, pelo baile e pelo kuduro, que este país ainda tem futuro.


está para sair um álbum ao vivo do sérgio godinho, que soa como novo, apesar de todas as músicas já terem sido gravadas antes.

27 de dezembro de 2007

20 de dezembro de 2007

Rigoletto

La donna è mobile
Qual piuma al vento,
Muta d'accento — e di pensiero.
Sempre un amabile,
Leggiadro viso,
In pianto o in riso, — è menzognero.


La donna è mobile qual piuma al vento
Muta d'accento e di pensier!
e di pensier!
e di pensier!

A Orquestra Sinfónica Portuguesa a dar o seu melhor, o barítono a plenos pulmões, e na minha cabeça só se ouvia: "Luís, Luís, já foi a Paris, Luís, Luís, já foi a Paris"!!!

P.S. Adorei e voltarei

9 de dezembro de 2007

circo de rock n´roll


qual é a melhor coisa para uma tarde de domingo fastidiosa?
ir a um concerto dos xuutoooos! com circo.
o campo pequeno encheu para festejar os vinte anos do "circo de feras", mesmo numa matiné, e toda a gente cantou as músicas mais conhecidas.
fiquei de boca aberta a ver os miúdos a cantar aos berros "homem do leme", que os xutos tocaram em versão acústica, ou "contentores".
já para não falar de "minha casinha", que fica sempre para o fim, com toda a gente aos pulos.
mauzinho mesmo, escusavam de ter lá estado aquele parzinho acrobata com bolas, o coro gospel e as capas vampirescas que tim, zé pedro e cabeleira vestiram no arranque do espectáculo.

8 de dezembro de 2007

De manhã eu bou ao põm, a saquinha bai na mõm...




A ideia dos sacos de plástico foi uma invenção saudada como um sinal do progresso. Elogiaram-se as óbvias vantagens práticas e os super e os hiper tinham nos sacos uma publicidade gratuita. A mim dá-me jeito para forrar os caixotes do lixo. Mas posso bem passar sem eles. Agrada-me voltar aos sacos de pano que a minha avó usava nas compras na mercearia. Usados durante anos e repetidamente remendados. Ela não era activista ecológica e gostou quando nos supermercados lhe punham as compras em sacos de plástico. Eram de graça. Guardou apenas os sacos do pão, que continuou a levar à padaria todos as manhãs. Mas também isso foi abandonado quando o pão de Mafra e as vianinhas passaram a vir embaladas. Agora, quando em nome da consciência ecológica o Governo estuda a possibilidade de taxar os sacos de plástico nos hiper, e os próprios hiper decidem levar dois cêntimos por saco, não me chateia nada aderir à moda do saco de pano. Tenho que ir às gavetas mais esconsas da minha mãe procurar os sacos do pão que levei nas minhas primeiras idas às compras sozinha, armada em crescida. Lembro-me de padrões florais dos anos 60 e 70, formas e cores psicadélicas em pano de algodão. E sei que muitas raparigas prendadas da nossa praça se entretém a costurar sacos de pano bem coloridos. As minhas idas à mercearia vão passar a ser mais alegres. Não custa nada e é muito mais bonito. Tenho é que pensar com o que é que vou forrar os caixotes do lixo. Jornais?

1 de dezembro de 2007

Hip Hip...


O sítio chama-se Bengal Tandoori. Não é um nome que inspire a minha veia poética (sim, eu tenho uma ou duas veias poéticas) mas o certo é que foi naquele restaurante que quatro mulheres inspiradas decidiram construir uma casa para o encontro de imaginações e olhares sobre o que quer que lhes passasse pelas cabeças. Entretanto, já lá vai mais de um ano e muita água correu debaixo das pontes, embora uma ou duas de nós menos atreitas a frases feitas preferissem dizer que “muito tinto passou pelas nossas goelas”. Tinta Roriz, Touriga Franca, Mil-Diabos e Trincadeira alimentam esta casa since 16/09/2006. Foi a essa data e à amizade que brindámos ontem. Várias vezes.

P.S. Mil-diabos vai lá buscar uma ilustração daquelas giras alusivas ao tema fachavor.

assim, de repente, sobre quatro gajas giras e cheias de graça, só me lembrei desta.
mil-diabos

13 de novembro de 2007

há circo na cidade

não sou uma fã maluca da música dos xutos & pontapés, mas acho muita graça aos músicos, por todo o espírito rock n´roll que os envolve e pelas ideias novas que eles têm para tocar mais do mesmo, mas com outros embrulhos.
desta vez vão ter circo num concerto no campo pequeno para celebrar os vinte anos do álbum "circo de feras".
vão lá estar "a casinha", "contentores", "na américa", "vida malvada" e até "aventura homossexual do general custer" de um single que saiu depois.
não haverá leões nem domadores (ooohhh), mas esperam-se contorcionistas, trapezistas e outros istas do novo circo.
serão 50 pessoas em palco a 08 e 09 de dezembro e será gravado para mais tarde recordar.